Produziram-nos durante décadas na sede da empresa fundada há precisamente um século, em North Canton. Agora, os engenhos de limpar são a única coisa que lhes resta desses dias em que a fábrica assegurava aos operários um emprego para a vida inteira. E hoje, o edifício em tijolo burro que já foi o epicentro da vida comunitária – com a firma, em sólidas letras de bronze, baptizando instituições de toda a sorte, prédios e ruas -, é um buraco negro de 34 hectares que jaz no meio da cidade.
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Postais de uma América operária em depressão
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